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  • Foto do escritorSaulo Pithan

Obesidade aumentou na pandemia, mas emagrecer é possível


Um bilhão enfrentam a obesidade e lutam por peso saudável. Bariátrica é bem sucedida para emagrecimento, mas exige disciplina.


Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo, entre elas, 6,7 milhões no Brasil são obesas. Os dados alarmantes vêm da ONU - Organização das Nações Unidas, que projeta que em 12 anos, metade da população de todo o planeta Terra estará enfrentando a obesidade. Classificada pela OMS - Organização Mundial de Saúde como doença crônica, a obesidade é definida pela entidade como "acúmulo anormal ou excessivo de gordura no corpo”. É claro que esse estado de saúde traz consequências indesejáveis: “Gordura no fígado, diabetes, doenças cardiovasculares e pelo menos 13 tipos de câncer estão associados à obesidade”, afirma a Dra. Júlia Helena Lima, especialista em Medicina da Obesidade na Ostermann Medical Center.



Uma das pessoas preocupadas com a saúde é Bárbara* (nome fictício para preservação da imagem da paciente), conhecida por ser amiga de todos, zelosa com a família e muito disciplinada no trabalho, e que enfrentou uma situação que doía muito: a luta permanente contra o peso. Mãe de dois filhos, a mulher de 35 anos tinha dificuldades com a saúde, e sofria cada vez que se via no espelho, que refletia seus 35 Kg acima do peso. Para emagrecer, Bárbara* peregrinou por diversos tratamentos, em alguns, conseguiu resultados, mas não mantinha o peso perdido. Em um certo momento, ela percebeu que estava diante de uma encruzilhada na vida: seguir em direção a um futuro doente e recheado de muitos medicamentos, ou abrir possibilidades de uma vida saudável e plena, mas que exigia coragem, disciplina, confiança mútua e determinação. Com amor aos filhos, a si mesma e à vida, ela tomou a melhor decisão.


Tratamento que salva vidas - Histórias e dores como essas estão presentes diariamente nos consultórios e clínicas de profissionais que tratam obesidade: “Após a pandemia, os índices de obesidade explodiram no Brasil e no mundo", explica a Nutricionista Bariátrica Rafaela Marcon, que trabalha no Centro de Obesidade da Ostermann Medical Center. E nesse cenário preocupante, as indicações de cirurgia bariátrica também cresceram de forma significativa, sendo o Brasil líder mundial nesse tipo de cirurgia, que vem ficando menos invasiva a cada dia: “Hoje, as cirurgias bariátricas podem ser realizadas com mini-incisões e até mesmo através da robótica, proporcionando ótima recuperação e menor risco ao paciente. E como consequência, temos o controle de doenças, como hipertensão e diabetes, além de redução dos índices de câncer nesses pacientes”, explica o Dr Rafael Ostermann, cirurgião digestivo e bariátrico da Ostermann Medical Center, clínica em Araranguá, com sede em Criciúma e Garopaba, onde *Bárbara e mais de 12 mil pacientes colhem sucesso no emagrecimento através da cirurgia bariátrica.


Saiba mais:


Informações sobre procedimentos, corpo médico, equipamentos e especialidades, fone (48) 99204-1740 ou acesse o site www.ostermannmedicalcenter.com

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